| Solidão | 15:33 |
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comentários (3)
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Sol, pôr-do-sol, lua, sol. Ela é esquelética e escurece o teto do quarto.
| Três minicontos | 12:53 |
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1. Porque em certa tarde desenhou um corpo, na altura do coração, sobre o pulmão comprimido
2. Negação da infância negada pela inexistência do vocábulo não acarreta crime violento
3. Solidão conjunta
Leia estes três minicontos em:
http://www.escritorassuicidas.com.br/edicao34_5.htm#simonesantana34
| Amor de guardar chuvas | 16:32 |
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| Do reino da Carochinha | 03:47 |
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| Jururu | 08:32 |
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Nas bocas dos medos entradas túneis
Que se fazem ao sol de meio-dia
O perfil da moça tão absurdamente romano
Dói os olhos de quem passa por ela
Nas vitrines recém lavadas enfeitadas com vestimentas de mil cores
Feitios e dores de quem as cobiça
Negros, carapinhas, mamelucos os preços brancos
Jorram papeizinhos nas calçadas que rolam ao sabor daquela
Que brisa!
Visita de janeiro antecipando águas de março
Os dedos sobre as máquinas calculadoras
Juros de comida, juros dos juros, juros de Maria que lava a roupa
Não tem!
Com uma máquina desmancharia o perfil dessa moça
O nariz principalmente.
| Dois Microcontos | 12:49 |
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HIV Positivo e Máquina Perfeita
Leia em http://www.escritorassuicidas.com.br/edicao32_3.htm#simonesantana32
| Suíte Correnteza | 06:05 |
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| Dois poemas | 11:41 |
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Carne e osso e Esquina
Leia em:
http://www.escritorassuicidas.com.br/edicao30_4.htm#simonesantana30
| A casa rosa | 19:16 |
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| Prós Perene Daddy | 16:29 |
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Era uma vez uma mulher. Essa mulher possuía um marido e muitos filhos. E muitas jóias que colecionava. E todas as coisas que queria.
Era uma vez muitos filhos. Esses filhos possuíam pais. Muitos bens. E todas as coisas que queriam.
Era uma vez muito gado, muita jóia, muitos bens. E muitas coisas que queriam.
Era uma vez muitas coisas, e nenhuma alegria.
| Dois microcontos | 12:59 |
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Louva-deus e Caos
Leia em:
http://www.escritorassuicidas.com.br/simone_santana.htm
| Borboletas | 07:54 |
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As borboletas
Asas nuas
Navegam na poeticidade do momento
Vaga marulha
Na floresta sem água salgada
Apenas uma ponte sobre o pequeno rio
Das minhas saudades
| Filhos do sol Nascente | 12:33 |
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Hiroshi e Ono se plantaram, onde o sol mais nascia, lá na terra do sol nascente, e juraram amor eterno. Quando, em plena primavera, ela partiu para a terra distante, ele prometeu encontrá-la. Hiroshi lançou então, na terra alagada, as pequeninas sementes de arroz, enquanto Ono, no longe, paciente, esperava, e cantava. As sementes não germinaram, e Hiroshi não pôde cruzar os oceanos, lhe ofertar festa, nem amor. Hiroshi envergonhou-se, e lançou-se no abismo. Ele inteiro. Hiroshi sempre queria o muito dar. Até a vida. Ono, fértil, morreu, aos poucos, nos braços de um gaijin, que muito arroz colhia, e mais semeava, mas que nada dela ceifava.
| O pote, oco de tudo | 15:48 |
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Leia mais em
| Paradoxos | 07:02 |
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